Browsing Posts published by Arti

Ainda está longe. O 12 ainda nem esfriou. Mas o 13 já esquentou. No mínimo, já sabemos como será a divisão da casa no BBB 13: Novatos, versus Ex-BBBs. Tudo isso porque nosso diretor mais amado e odiado da TV Globo anunciou o anunciado: No 13, serão 10 contra 6. Dez novatos enfrentam seis ex-BBBs na próxima edição. Sobre os ex, o leque está bem aberto: “dos mais problemáticos aos vencedores”. Qualquer um pode entrar. Para evitar vazamento dos nomes, provavelmente todos os ex-BBBs serão consultados, e mesmo assim, quem não topar, deve abrir logo o jogo pra mídia. Porque até negar Boninho dá Ibope pra Ex-BBB. E Bones deve sofrer muita alfinetada nessa corrida maluca, porque certamente muitos dos nossos anti-heróis guardam farpas e faíscas do Big Boss. Mas esse, já é um problema da KGB. O nosso, é tentar acertar as próximas re-vítimas do nosso poderoso Big Brother Brasil. Bora?

Em outros carnavais, tínhamos feito uma lista com 10 ex-participantes que gostaríamos de rever na telinha, quando a especulação sobre a utilização de ex já andava bem convincente. São eles: Massumi (3). Sabrina (3). Marcela (4). Dr Gê (5). Alberto (7). Dr. Marcelo (8). Francine (9). Ana (9). Lia (10). Talula (11). Agora já temos a confirmação de que os reservistas foram convocados para a décima terceira batalha pela audiência, porém perdemos quatro soldados. Vamos então, fazer o que mais gostamos? Eliminar BBBs!

Pela antiga ordem, que não tinha ordem lógica nenhuma, vamos ao primeiro Raio X do BBB 13. Neste primeiro post, os cinco primeiros. No próximo, os cinco restantes o Resumo da Ópera e as eliminações. Bora?

Ladies and Gentlemen!

Está no ar o primeiro Raio X do BBB 13, a pré-seleção da Artigolândia!

Raio X: Jean Massumi

Massumi, a lenda. Um dos preferidos pelo público que considera BBB um jogo,  Jean foi um dos primeiros a se declarar jogador, a abrir estratégias de votos não só para escapar de paredes, mas como também para emparedar quem lhe interessava. Mas Jean sempre jogou bonito, claramente, declaradamente e com muita classe. Massumi é imprescindível na seleta lista dos seis, e o Bones que se vire pra colocar o massoterapeuta lá dentro mais uma vez. Nos tempos atuais, em que estratégia e jogo bonito são aceitos e bem vindos, o “cabeção” estrategista Massumi será certamente uma das maiores expectativas para o BBB 13.

Raio X: Sabrina Sato

Provavelmente por um beijo. Sabrina era uma das queridinhas do BBB 3. Simpática, caricata, e muito carismática, Sabrina era uma das favoritas do BBB 3, pelo menos até o momento em que cedeu as investidas de Dhomini. Foi um casal Tom e Jerry durante boa parte da edição, e teve o seu final feliz. Dentro da casa, claro. Um doce de participante, Sabrina. O lado fraco de Sabrina fica por conta do jogo em si. Sabrina é Sabrina, e sua força reside nas suas características pessoais, não no que poderia fazer pelo jogo em si. Mas mesmo sem jogo, vamos combinar que a namoradinha do BBB 3 tem é bastante força. Né?

Raio X: Marcela Queiroz

A Mama, do BBB 4. Poderosa, briguenta, barraqueira, e com uma fortíssima presença na casa. Marcela sem dúvida é uma das participantes que sempre é lembrada quando se fala em Big Brother Brasil. Prejudicada por estar em uma daquelas edições fraudadas pelo sorteio que praticamente liquidava com o resultado final do BBB, Marcela foi uma das protagonistas de uma edição quente, pegada, movimentada e que sem dúvida ajudou a construir o sucesso do programa. Apesar de naqueles tempos o jogo não ser declarado como é hoje, não se pode dizer que a queridona Mama não jogava. Jogava sim. Mas o pavio curto jogava mais, pra felicidade geral da galera.

Raio X: Rogério Dr. Gê

Um dos recordistas de rejeição de todas as edições, o médico e militar Dr Gê formou a sua tropa e partiu para o ataque no BBB 5. E partiu errado. Atacou de frente o “manipulador de massas” Jean, que logo no primeiro paredão alegou ser perseguido por ser gay. Usou uma bandeira em seu favor pessoal, e saiu vencedor de uma edição que marcou muito forte a máxima da “casa persegue o público protege”. E Dr Gê foi o líder da perseguição. Divertido, dinâmico e muito agitado, Rogério movimentaria qualquer edição de Big Brother, e apesar de toda a rejeição na época, não apostaria que o polêmico Dr. Gê ainda levaria essa rejeição em eventual nova participação. Quem sabe?

Raio X: Alberto Pimentel

Aí está a única edição não acompanhada pelo blogueiro, a 7. Alguns dizem que foi a melhor, só pra sacanear este viciado. Outros dizem que foi a mais manipulada pela KGB. Mas o fato é que em todas as versões, Alberto está no centro da polêmica. Certo ou errado, manipulado ou não Alberto causou no BBB 7, um dos mais desbocados e acalorados de todas as edições. Rivalizou até enquanto pode com Alemão, mas acabou perdendo a batalha. Ah, mas porque o próprio Alemão não está nesta lista? Porque colocar ex-BBB, dá certo. Já ex-vencedor, aí, o bicho fica um pouco maior.

No próximo post, os outros cinco, e o resto da conversa toda, com os confirmados e os eliminados no Raio X da Artigolânia…

Estamos de olho. E você?

Uma experiência.

Nada diferente disso é capaz de descrever The Wall, um dos maiores eventos já apresentados em nosso tempo. Roger Waters simplesmente trouxe de volta um dos grandes mitos da cena musical que conhecemos. A parede está de volta. Maior. Mais trabalhada. Com mais magia. Mas com a mesma essência que a tornou uma referência em espetáculos musicais.

Nada de show, nada de música, nada de efeitos especiais fantásticos. The Wall é a marca de um tempo, de uma era. Viver a experiência The Wall, é estar marcado por esse tempo. É viver esse tempo, de novo. Sempre disse, sobre a longa lista de shows vistos, que ela nunca seria completa sem Pink Floyd gravado nela. Por mais extensa que fosse, e é, sem Pink Floyd, ela não poderia ser finalizada. E até mesmo Roger Waters já estava nessa lista. Hoje, Pink Floyd ainda não está na lista. Mas a experiência, já foi vivida.

Porque The Wall inaugurou uma era no Pink Floyd, assim como o fez para todo o reino da música do nosso tempo. The Wall quebrou a marteladas o muro. The Wall quebrou, mas também construiu o seu próprio muro. Divisório. O marco. O lendário show. O mito. A grande parede onde martelos bailam em um reino psicodélico, marchando sobre porcos protestantes voadores, criaturas bisonhas e seriais, e aviões kamikazes. The Wall separou o universo dos shows, em antes, e depois da grande parede.

The Wall é tão grandioso, tão impressionante, que poderia até mesmo, não ter sentido algum. Mas tem. E tem muito mais do que muitos. Tem tudo e mais um pouco, como bem poucos. Seus gigantescos monstrengos, seus vermelhos martelos, seus milhares de tijolos gigantes que vem e vão, o porco voador, e todos seus elementos, e cada um de seus elementos, são densos. São complexos. São carregados de histórias, de mensagens, de protestos, de ações e revoluções.

The Wall é simplesmente uma obra de arte, que precisa ser lida, entendida, sentida, ouvida e percebida em toda a sua grandiosidade. E agora nem estamos falando de efeitos, de luzes, ou da mágica música de Roger Waters. Estamos falando da sua história, da sua missão, de toda a sua obra. De arte. The Wall.

Pink Floyd sempre foi, e continua sendo, uma meta. Um sonho musical. Já The Wall, era um mito do passado. Um feito vivido por felizardos seres de um antigo momento. Ter a oportunidade hoje, de reviver essa experiência, e com todos os avanços que a tecnologia atual permite, foi um presente inacreditável dos deuses da música. Em tempos que os dinossauros da música estão cada vez mais presentes no nosso quintal, em tempos em que as viagens exclusivas para shows vão ficando em um passado distante, The Wall se soma ao milagre musical McCarney, como um dos eventos inimagináveis que os amantes da música do nosso tempo tiveram a oportunidade de viver.

The Wall constrói e destrói. Abala, seduz, hipnotiza, The Wall não só faz o tempo parar, o faz dobrar, quebrar e retornar. Tijolo por tijolo. Falar do show? Do set list?  Dos melhores efeitos? Do porco, do avião, do muro? Dos momentos mais impressionantes? Narrar a emoção da música preferida, do efeito mais arrasador? Esquece. Não se aplica. Não com The Wall.

O Tiranossauro Rex dos grandes shows renasceu e marchou sobre o mundo da música com seu inesquecível martelo em punho, carregando consigo suas crianças e amassando os impiedosos professores. The Wall é o evento. The Wall é a experiência. Não há como narrar, não há como descrever. The Wall é The Wall. O mito. A lenda. The Wall não é para ser visto, muito menos para ser contado. The Wall é para ser vivido. A experiência.

Pra quem não foi, segura aí, uma amostrinha da experiência:

 

 

Related Posts with Thumbnails