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Foi-se a comida. Ficaram os animais. Outra receita importante no Hipertensão é o modelo de provas que usa animais, principalmente “cobras e lagartos”. Nesta rodada, as provas ficaram mais difíceis e melhores, mas o resultado final, para o programa, acabou não sendo tão bom… Sem mais delongas, vamos ao post super atrasado, antes que o próximo episódio de logo mais nos atropele!

Aos Costumes!

A Prova da Imunidade: Pilares nas Alturas

Mais uma vez, a primeira prova da rodada começou com equilíbrio e altura, e nesse caso, já sabemos: Fernando com certeza estará na prova de fogo. Dividimos em sete duplas, os participantes precisavam escalar altos pilares metálicos treliçados, caminhar sobre os pilares ao lado até encontrar seu parceiro, trocar as bandeiras que cada um carregava, prender as bandeiras no primeiro pilar, e pular. A melhor dupla fica imune, e as três piores vão para a prova de fogo. Larissa e Ramon fazem o melhor tempo, impressionantes 2:05 em uma prova bastante difícil. Desempenho monstro da dulpa, que Nathalia e Thiago quase buscam, com 2:29. Fernando, como já era esperado, nem conseguiu fazer a prova, simplesmente congelou ao chegar no topo do primeiro pilar. Pior para Patrícia, sua dupla, mais uma vez arrastada para o fogo. Junto com eles, Mauro e Kelly com 9:13 e Danillo e Adriana, com 5:36.

A Prova de Fogo: Túnel da Tormenta

Enquanto lá na casa Larissa e Rafael engatavam o primeiro romance do Hipertensão 2011, a prova de fogo também não fez feio, apesar de ser a mais fácil da rodada. Um de cada dupla ficava acorrentado em um túnel jorrando água suja, e o outro tinha que soltar ele, por dentro e por fora. A ideia da prova foi boa, mas se resolveu muito rapidamente, com Kelly e Mauro em 1:39, indo direto para a prova de eliminação, Fernando e Patrícia se livrando dessa vez com 0:54 e com Adriana e Danillo mandando muito bem em 0:34 segundos.

 

Momento BBB, ou, O Conselho.

Antes do conselho, Kelly já queria Thiago com ela, imaginando ele como um adversário fraco. Se é o que ela, ok, mas o tempo fechou mesmo para Bruno, que levou cinco votos por ser o mais polêmico da casa, e já no discurso saiu ameaçando incendiar o programa e caçar o Fernando no seu retorno. Obviamente o Fernando não precisa ser caçado, apenas colocado nas alturas, mas seria muito bom que o Bruno ficasse no programa, é o único ponto de agito na edição, que pode fazer frente às manipuladoras da edição e suas ovelhinhas.

Prova de Eliminação: Caixão de Cobras

A prova foi ótima, sem dúvida. Essa linha de provas diminui um pouco a falta que faz as de comidas exóticas, se é que se pode chamar aquilo que era usado como comida, mas enfim. O grande problema da prova é que ela criou uma desvantagem muito grande para o personagem que deveria escapar da eliminação, para o bem do programa e nossa diversão. OS participantes eram acorrentados em uma caixa de vidro, de cheia de água e cobras. Acontece que a caixa era bastante apertada, assim com as correntes que prendiam os pulsos. Obviamente que o candidato com o maior porte físico seria prejudicado, caso nenhum entrasse em pânico com as cobras. E por incrível que pareça, nenhum entrou em pânico com as cobras. Eu teria entrado, sem dúvida alguma. Mas como não estou lá, e meu único trabalho é tirar onda dos corajosos participantes, azar deles. Sem pânico, desvantagem para Bruno, que levou eternos 5:47 para sair, enquanto Mauro levou 2:27 e Kelly impressionantes 0:34. Portanto, o polêmico Bruno, que ameaçou incendiar o programa na sua volta, infelizmente está fora do jogo. Apesar de que, como sabemos, historicamente essas ameaças quase nunca se confirmam em realities…

Apesar da antipatia que Kelly e Larissa geram por jogar um Big Brother pobrinho e infantil no Hipertensão, temos que admitir que quase sempre comandam a casa, e mais ainda, tem se saído muito bem nas provas. Só pra contrariar.

Hoje te mais, logo mais.

Ainda com pouco tempero, mas melhorou. A segunda “rodada” do Hiper apresentou provas melhores, mas parece mesmo que um dos diferenciais do programa, e que fará muito falta, é o momento comida “exótica”. Se era antipático ao grande público, jogava contra os patrocinadores, ou deixava muita gente enjoado, essa linha de provas estava no DNA do programa, era sua grande marca registrada (apesar de ser comprada do No Limite), e a produção vai precisar de muito esforço no nível de dificuldade das provas, para não perder mais do que já perdeu com a saída dessas provas. Quanto ao grupo, já não parece tão bom quanto o primeiro, pelo menos enquanto Kelly e Larissa continuarem comandando geral, usando artimanhas mais do que infantis, para o público de reality.

Aos Costumes?

A Prova da Imunidade: Equilíbrio Perigoso

Criativa, difícil, e rápida. Uma boa prova, inofensiva ao físico dos participantes, e que exigia muito equilíbrio e coordenação. Três grupos concorriam entre si. O participante que mais aguentasse, estava imune, enquanto os dois primeiros de cada grupo que caíssem estariam na prova de fogo. O melhor do primeiro grupo foi Thiago, enquanto Tati e Mauro foram os primeiros a cair e estão no fogo. No segundo grupo, que desabou rapidinho, Nathalia e Larissa é que vão para a peneira de fogo. A prova é individual, mas o grupo que balançar menos, ou cair com mais “classe” ajuda quem ficou a levar a taça. E foi do grupo 3, Danillo, que segurou mais de 11 minutos e venceu, enquanto Fernando e Patrícia bailaram na curva do equilíbrio.

 

A Prova de Fogo: Troca de Carro Diferente

Boa prova. Rápida, simples, mas bem alta. Em trios, os participantes eram içados dentro de um carro. Lá em cima, a 20 metros de altura, tinham que pular para outro carro, que estava bem perto, e soltá-lo. Mais uma vez o grandalhão Fernando, que prometia ser um forte participante, se borrou todo e congelou na altura. Dois minutos, Fernando, Larissa e Patricia levaram para soltar o carro e garantir vaga na prova de eliminação, contra 47 segundos dos vencedores Mauro, Nathalia e Tati.

Momento BBB, ou, O Conselho.

E lá vamos nós de novo, assistir a mais uma sessão de mandos e desmandos de Larissa e Kelly. Mas dessa vez, com Larissa na berlinda, o objetivo das aprendizes de manipuladoras era derrubar a Tati, vista como a mais fraca da turma. Foram 8 votos na Tati. O único cara com colhões no grupo, Bruno, botou a boca no trombone sobre as combinações de votos e complôs, e como recompensa levou o voto de… Tati. Ok, vamos recapitular. Tati levou 8 votos, incluindo aí os votos das amiguinhas. Bruno defende ela, vota na Kelly para expor as manipuladoras, e o que a trucidada Tati faz? Vota em Bruno! É, ela devia estar no último BBB, aquele. Marina também votou mal, já que foi em Nathalia, uma das poucas que não alvejou ela na última votação. Exatamente como fez Fernando na última votação, que alvejado pelo clube das luluzinhas, votou em Tati que não tinha votado nele. Muitos músculos, mas nenhuma estratégia mínima, nessa turma. Marcos e Toshi farão falta… Muita falta. E por conta da guerra das luluzinhas, Fernando e Bruno se estranharam no momento convivência. Bruno com razão, e Fernando, mais uma vez, decepcionando. Estraçalhada então, Tati se junta a Fernando, Larissa e Patricia na prova derradeira.

Prova de Eliminação: Enterrado Vivo

O apelo era bom, o tema ótimo, mas a prova foi bem menos assustadora do que a expectativa gerada. Um de cada vez, deitados numa espécie de caixão, os participantes recebiam uma carga de areia nos pés e saiam cavando. Quem saísse da “cova” no maior tempo, estava fora. Patricia saiu em 41 s, Larissa cravou ótimos 24 s, Fernando mais uma vez se borrou e levou 2:06. Mas aí veio a Tati, que merecia escapar só para dar no bico da Kelly e Larissa que armaram pra ela, mas merecia perder só pelo voto tosco do conselho. Aconteceu pior. Ela ficou presa no buraco, e pela enorme bunda. É mole? Não, é bunda. Tati está fora do jogo, por carregar bagagem demais. Tenso. Mas não hiper. Fernando? Só com muita sorte escapa da próxima. Segunda rodada, e ainda falta emoção, no novo hipertensão.

 

Imagens: Rede Globo.
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