E o dia de hoje foi lotadinho de jogos. Bons jogos, e um clássico do futebol mundial. Quem abriu os trabalhos foi a Colômbia, que passou o trator na Grécia. Três a zero pra não deixar dúvidas e não dar espaço pra ladainha das arbitragens, que está na moda. E esse é o grupo mais fácil da copa. No papel. Porque né. Copa tem dessas coisas, do fácil virar difícil e do difícil virar barbada. Futebol é assim, na verdade. A Colômbia deve passar fácil de fase, mas bem ou mal, pega o grupo da morte na sequência. Ou seja. Vai ter que invocar a zebra, se quiser estar nas quartas.

E aí a Celeste entrou em campo. Eu adoro o Uruguai. Gosto de quase tudo lá. O clima, as praias, a linda capital, o estilo de vida tranquilo mas não despojado. É um pequeno gaudério aposentado, o Uruguai. Mas a Celeste veio com essa conversa, de Maracanaço. Chegaram provocando, e não é fácil ter café no bule pra chegar em uma copa do mundo provocando os anfitriões. A torcida que seria a favor, vira contra,e aí tem a costa, e se a costa fica rica, já viu. Dá zebra. E deu. A Costa Rica virou, ampliou e sambou na cara e praticamente tirou o Uruguai da Copa, já que os outros boleiros desse grupo são só Itália e Inglaterra. Né. A Celeste praticamente se despede da copa no quintal deles.

No principal jogo da noite, com cinco títulos mundiais em campo, Itália e Inglaterra fizeram um jogaço, disputado, pegado, com gol aqui e acolá, um jogo digno de final de copa. A Itália abriu o placar, mas a Inglaterra buscou em seguida. Mais uma vez a Itália carimbou, logo no início do segundo tempo. E aí foi  um pega pra capar até o final. Foi um jogo daqueles de arrebentar qualquer compromisso. Atrasei totalmente um compromisso. Não tinha como sair da frente da TV. E deu Itália mesmo, e a Costa Rica é que acabou a primeira rodada na liderança do grupo. Grupo com 3 campeões mundiais.