Me dê liberdade, me dê fogo, Me dê razão, me leve mais alto Olhe os campeões conquistarem o campo agora, Você nos define, nos faz sentir orgulhosos Nas ruas estão, exaltados, Enquanto nós perdemos nossa inibição A celebração está em torno de nós, todas as nações, em torno de nós

Quando eu ficar mais velho, ficarei mais forte Eles me chamarão de liberdade como uma bandeira ao vento E então isso voltará

Te dar liberdade, te dar fogo, Te dar razão, te levar mais alto Olhe os campeões conquistarem o campo agora, Você nos define, nos faz sentir orgulhosos Nas ruas estão, exaltados, Enquanto nós perdemos nossa inibição A celebração está em torno de nós, todas as nações, em torno de nós

Que venha a Copa do Mundo do ano de Dois Mil e Dez. Que venha a Copa que inaugura a África como palco do mais popular esporte do planeta. Que comece mais um show. Um show de bola. Que role, que o povo cante, que grite gol, que mande o juiz para Bagdá. Que não seja a Copa da cabeçada, nem do gol de mão certo França? Dom Diego? Que vença o melhor, que a vuvuzela cante, toque, comemore, celebre, uma festa dos países, a grande festa de todos os países. A África nos oferta boas vindas à sua Copa. Nós ofertamos a África a bola, o palco, e a atenção do mundo todo, neste momento ímpar em que quase todos os olhares do mundo se voltam para um só país, neste momento único em que até as mulheres torcem, neste momento ímpar em que as empresas páram. Neste momento em que as nações se tornam mais íntimas de suas bandeiras, em que as cores de cada país saem dos palácios e vencem as janelas populares, em que o mundo, a bola azul, quase pára para ver a outra bola, a branca, rolar...