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Uma questão de visão.

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Ângulo de visão.

A existência de uma teoria da relatividade, é um indício de que as coisas não são absolutas. Essa teoria tendo sendo criada e provada pelo gênio que foi, é um adicional ao indício. Tudo o que vemos, necessariamente vai ter sempre no mínimo dois lados, duas maneiras de ver, de perceber, de assimilar e concluir. As verdades são dependentes de como a história é contada, das condições de contorno, e acabam sempre ameaçadas pelas “meias verdades” ou informações parciais.

A posição do observador é fator determinante do que ele vê. E de observador podemos entender não só a questão física, mas também a questão psicológica atua diretamente no resultado final percebido. No final das contas, boa parte do que vemos, é o que queremos ver. O que acabamos percebendo (e portanto, assimilando, já que a percepção está adiante da visão) está diretamente ligado aos nossos desejos ou medos. Sejam eles bons, ou não. Podemos perceber um otimismo que não existe em determinada situação. Ao mesmo tempo que podemos ficar criando monstros onde não existem, pelo simples fato de termos medos não resolvidos e não tratados como deveriam.

Ao mesmo tempo que podemos colocar um capacete com uma super lente e não ver algo que está bem em frente do nosso nariz, podemos ver através de uma janela que nem mesmo existe. No fim, nossa mente acaba vendo o que lhe convém, seja para o mal, seja para o bem.

Quem transforma quem?

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Stress.

Quem transforma quem? Um dos assuntos mais batidos da nossa maluca época atual é o stress, a tensão nossa de cada dia. A explosão, o acesso de raiva que transforma qualquer pessoa tranquila, ou um profissional equilibrado em uma bomba relógio pronta para arranhar sua carreira. Sua carreira, seu relacionamento, sua integração com a família e todas as condições de contorno da sua vida.

Tudo isso é super batido, lido, estudado, todo mundo sabe que um dia o corpo cobra toda essa carga, nos dá um sustão e diminui nosso ritmo a força e Cia Ltda. O esporte ajuda, se aproximar das pessoas certas e se afastar das “erradas”ajuda, fazer o que gosta ajuda, mas o que resolve mesmo é a postura. A nossa postura frente ao que encaramos por aí. Pra quem vive em grandes cidades, o melhor teste que se pode fazer para confirmar com que grau de auto-controle estamos é o trânsito. Sim, essa insanidade desse trânsito nas grandes cidades brasileiras é um excelente (senão o melhor) termômetro para ver a quantas andamos no marcador de stress. Eu me vigio por aí. Se estou na fase da buzina frequente, acende a luz amarela. Se já estou xingando e gesticulando, deu. Passei dos limites e preciso de ação imediata pra limpar a mente.

Hoje recebi um e-mail daqueles de lição e tal, que achei bem interessante e bem oportuno pra esse 2009 que está deixando as pessoas mais tensas do que já eram. Não vou reproduzir aqui a lição de equilíbrio toda, mas em resumo a sabedoria popular que viaja o mundo pelo correio digital nos ensina que quem deve transformar o ambiente somos nós. Não é porque alguém furioso dando patada em todo mundo nos perturba que devemos sair do prumo e devolver na mesma moeda. A moral da história é que não é o nervozinho que determina como vamos agir ou responder, a grande sacada é transformar o ambiente, e não deixar que o ambiente hostil nos deixe relinxando e babando.

Nós é que decidimos como agir.

Carpe Diem.